Por Míriam Santini de Abreu, jornalista
Apesar de não estar mais atenta ao tema e nem pesquisando sobre jornalismo ambiental, tratei de juntar o pesquisado em um artigo intitulado “Panorama do jornalismo ambiental em Santa Catarina”.
É um esforço derradeiro de apontar caminhos para jornalistas, professores e pesquisadores que, porventura, tiverem interesse em um tema que pouco interesse desperta no estado, apesar dos alertas sobre a emergência climática e as consequências do El Niño numa Santa Catarina historicamente atingida por catástrofes documentadas.
Os grupos NSC e ND estão fazendo uma “cobertura” protocolar, oficiosa, que nem vale a pena analisar, mas temos veículos independentes já consolidados e novos chegando, como o Desterro e agora o Sul21, publicando importantes reportagens sobre temas urbanos/ambientais.
O artigo apresenta um panorama por meio do mapeamento de pesquisas, com breves considerações sobre trajetórias profissionais e veículos de comunicação. O objetivo do mapeamento foi organizar um repositório virtual de materiais para permitir, ao conjunto de jornalistas, professores e pesquisadores interessados no tema, definir problemas e objetivos de pesquisa a partir das referências já existentes, nelas localizando lacunas teóricas e metodológicas e objetos de pesquisa e objetos empíricos não contemplados ou insuficientemente tratados. O levantamento realizado e sua disponibilização pública são um canal de divulgação de trabalhos muitas vezes de difícil acesso ou pouco conhecidos.
O artigo também remete ao blog (este) no qual juntei livros, pesquisas e vídeos.
Link do artigo:
https://itcidades.org.br/wp-content/uploads/2026/08/PANORAMA_JORNALISMO_AMBIENTAL_SC-1.pdf.jpg)